Cinematógrafo e os cortes naturais (uma montagem ultra soviética), por Fernando Andrade
É uma experiência tocar os dois seios, e quando os toco vejo que é uma experiência só minha. Que logo mais abaixo existe um buraco que não deve ser ocupado por mãos vazias e nem por músculos, talvez um tímido de óculos que ainda vejo na abertura, uma significação para entrada e saída sem alternância de fatores. E na imagem do cinematógrafo, os cortes naturais, onde uma ocupação que venha junto com uma montagem ultra - soviética. (Ela por baixo) Assim minha tia me ensinou a manejar os pais. A usá-los a meu bem querer. A ludibriá-los feito o diabo para que não me cancelem numa cancela ou no porão musical, onde toca a rádio FM (feminino | masculino) mais intolerável para uma menina cult. A palavra em si já é um palavrão, um espaço privativo de liberdade e de sexualidade, embora sirva bem à masturbação genital. Me deram um pinto mas não o uso. Me deram uma flor mas não a digo em público. Talvez numa junção de palavras me exercite pintando flores, sem tinta por favor! Pintar d...