Ecos da noite, por Vagalume (Mote)
"Aí chegamos às 3 horas e 45 minutos e vimos junto à baiana do mingau, que fica ao lado do escritório do Jardim Botânico, um grupo que discutia calorosamente sobre o policiamento da cidade, que felizmente melhora dia a dia a olhos vistos. neste grupo tornavam-se salientes uma rapariga nova, vestida de preto, que tem o hábito bom ou mal de passear de madrugada, terminando o seu passeio no Boqueirão, não para tomar banhos de mar; um português ajanotado, vulgarmente conhecido por Maduro, que é habitué de mingau, onde discute com quem naquele ponto faz paragem, e uma adorável rapariga, que dá sorte em toda parte, na rua da Assembleia, onde reside, nos Democráticos, quando há bailes e em todos os pontos de boêmia. O Chagas, guarda-livros barato, durante a madrugada de hoje esteve mesmo a pedir uma camisola de força, pintou o sete e o diabo a quatro e por um triz a guarda civil fê-lo puxar a rica marcha para o xadrex mais próximo. Achamos que o Chagas há muito devia estar...